Thursday, October 31, 2013

RBTH - How Russian healthcare deals with the disparity dilemma


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Russia Beyond the Headlines
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How Russian healthcare deals with the disparity dilemma
Como o atendimento de saúde na Rússia lida com o dilema da disparidade
October 25, 2013 Larisa Smirnova, special to RBTH
25 de outubro de 2013 Larisa Smirnova, especial para o RBTH
As a rule, access to medicine in today’s world is not a matter of equality: The quality of medical services you may expect to receive is greatly dependent on your earnings.
Via de regra o acesso à medicina no mundo de hoje não está baseado na igualdade: A qualidade dos serviços médicos que alguém pode esperar receber é grandemente dependente da renda da pessoa.
Should healthcare providers in Russia still lack necessary treatment techniques that are already in use in foreign clinics, treatment abroad is possible even at the expense of the Russian healthcare budget, after the acquisition of appropriate certificates. Source: RIA Novosti
Se os provedores de serviços de saúde na Rússia ainda não dispuserem de técnicas necessárias de tratamento já em uso em clínicas no estrangeiro, o tratamento no exterior é possível mesmo a expensas do orçamento russo de serviços de saúde, após a aquisição dos certificados indispensáveis. Fonte: RIA Novosti
Free healthcare in the Soviet Union
Serviços de saúde grátis na União Soviética
As it was decided in the Soviet era, the unfairness in access to medical services could be avoided by the total abolition of payments for them.
Na era soviética concebia-se que a iniquidade no acesso a serviços médicos poderia ser sanada mediante total abolição de pagamentos referentes a eles.
Soviet medicine achieved tremendous success in the initial stages, owing to ensuring mass access to medical services for the people: Many infective diseases were killed, the number of TBC patients dropped off, and epidemics were brought under control.
A medicina soviética teve enorme sucesso nos estágios iniciais, graças a assegurar acesso maciço do povo a serviços médicos: Muitas doenças infecciosas foram erradicadas, o número de pacientes de tuberculose despencou, e epidemias foram postas sob controle.
However, Russian free healthcare slowly turned doctors from a well-to-do elite into employees of medical "plants and factories." Deprived of earning possibility, medical institutions were dependent on the state budget and not sufficiently financed. As a result, money for medical research was tight, and guarantees of patients' rights were virtually absent.
Nada obstante, a assistência grátis de saúde russa transformou os médicos, pouco a pouco, de elite abastada em empregados de "instalações manufatureiras e fábricas." Privadas da possibilidade de ganho, as instituições medicas ficaram dependentes do orçamento do estado e não eram suficientemente financiadas. Em decorrência, o dinheiro para pesquisa médica era apertado, e garantias de direitos de pacientes praticamente inexistiam.
A patient's right to get information on his/her health status, to make an informed decision on the consent to or refusal of treatment, as well as to the medical secret—i.e. non-disclosure of information on his/her health status to third parties without patient's consent—are principle patients' rights protected by law in the majority of developed economies.
O direito de o paciente obter informação acerca de seu estado de saúde, de tomar decisão, com base em informação fidedigna, consentindo ou recusando-se a tratamento, e de segredo médico—isto é, não revelação de informação acerca de seu estado de saúde a terceiros sem seu consentimento—são os principais direitos dos pacientes protegidos por lei na maioria das economias desenvolvidas.
Alexandra's father caught lung cancer in the late 1970s. At that time, the physician in charge was not obliged to inform the patient of his/her real diagnosis, but could advise his/her relatives of such a diagnosis without the patient's knowledge. "Let him live as long as he can," the doctor said, and Alexandra and her mother supported the decision made by the doctor to provide no treatment. Alexandra's father died in a year and never knew his diagnosis, although he may have guessed it.
O pai de Alexandra teve câncer do pulmão no final da década de 1970. À época, o médico encarregado não era obrigado a informar ao paciente o diagnóstico real, mas podia revelar o diagnóstico aos parentes sem conhecimento do paciente. "Deixem-no viver o máximo que possa," disse o médico, e Alexandra e a mãe dela apoiaram a decisão tomada pelo médico, de nenhum tratamento. O pai de Alexandra morreu em um ano e nunca soube qual fora o diagnóstico, embora possa ter desconfiado.
Soviet patients also had no right to select their out-patient clinic or hospital, even for money. Registration determined the allocation of patients to a specific healthcare facility. Serious patients could have been sent to a higher level hospital, but only by a residential hospital's referral. Applying to the doctor of your choice, just having paid money, was impossible.
Os pacientes soviéticos também não tinham o direito de selecionar sua clínica ou seu hospital para tratamento sem internação, mesmo pagando. O registro determinava a alocação do paciente a instalação específica de serviços de saúde. Pacientes com doenças graves podiam ser mandados para hospital de nível mais elevado, mas apenas por recomendação do hospital da área residencial. Ser paciente do médico de sua escolha, mediante simplesmente pagar, era impossível.
Russia’s post-reform public health
A Rússia posterior à reforma da saúde pública
It became clear in the late 1980s–early 1990s, when Russian public health reforms started, that money is a fairer method of benefits distribution than any other. However, after paid healthcare was introduced, free healthcare was not canceled. Having passed a new public health law in 2011, Russia set priorities clearly once again: Free medicine is basic, while paid healthcare is additional.
Ficou claro, no final dos anos 1980 e início dos 1990, quando começaram as reformas da saúde pública na Rússia, que dinheiro é método mais justo de distribuição de benefícios do que qualquer outro. Entretanto, depois de instituídos os serviços pagos de saúde, os serviços grátis de saúde não foram abolidos. Havendo aprovado nova lei de saúde pública em 2011, a Rússia novamente estabeleceu claras prioridades: A medicina grátis é básica, os serviços pagos de saúde são adicionais.
The abolition of free healthcare would be a terrible injustice to low-income Russians—especially the elderly.
A abolição dos serviços de saúde grátis seria terrível injustiça para com os russos de baixa renda—especialmente os idosos.
Lyudmila is an elderly citizen. She held an executive office in the past, took long-term business trips abroad and amassed considerable savings, in terms of Soviet standards. Lyudmila's husband passed away 10 years ago; they had no children. Then Lyudmila discovered that she had cancer.
Lyudmila é cidadã idosa. No passado desempenhou cargo executivo, fez longas viagens de negócios ao exterior, e amealhou consideráveis economias, para os padrões soviéticos. O marido de Lyudmila morreu há 10 anos; não tiveram filhos. Então Lyudmila descobriu que estava com câncer.
Lyudmila likes free healthcare. "I'm treated absolutely for free in the in-patient department, and even with a full board. When I'm unable to stand up, nurses and nurse's aides tend to me, and also for free. You can do totally without relatives' help in the hospital," she says.
Lyudmila gosta da assistência grátis de saúde. "Sou tratada sem pagar absolutamente nada no departamento de hospitalizados, e até com hospedagem e alimentação completos. Quando não consigo ficar de pé, enfermeiros e ajudantes de enfermeiros cuidam de mim, também grátis. A gente pode ser totalmente independente de ajuda de parentes no hospital," diz ela.
"The difficulty I faced happened when I was discharged from the in-patient department after the regular treatment course. According to Russian standards, the payment for drugs domiciliary is not covered by free guarantees of treatment. I have obtained disabled-person status and am entitled to a small pension bonus for drugs. But the money is still tight, and I can't even imagine how those with no savings at all can survive!" says Lyudmila.
"A dificulade que enfrentei aconteceu quando fui mandada embora do departamento de hospitalizados depois de completado o tratamento regular. De acordo com os padrões russos, o pagamento para receber drogas em domicílio não é coberto pelas garantias de tratamento grátis. Consegui obter a condição de inválida e tenho direito a pequeno bônus de pensão para a compra de medicamentos. O dinheiro, porém, é curto, e não posso sequer imaginar como pessoas totalmente sem economias possam sobreviver!" diz Lyudmila.
Svetlana deals in fur clothing and is very rich, but she had a cancer diagnosis handed to her at the age of 40.
Svetlana veste-se de peles e é muito rica, mas recebeu diagnóstico de câncer quando tinha 40 anos.
"I will never go to a free doctor!" Svetlana says confidently. "And if I did, I would not be alive, likely." Svetlana hardly trusts even paid physicians in Russia. "I went to Israel for treatment. The medicine is expensive, but the spirit is completely different: Cancer is considered curable, rather than a death warrant as here in Russia. It's just very hard to deal with oncologists in Russia psychologically."
"Nunca irei a médico grátis!" diz Svetlana, assertivamente. "Se o tivesse feito, não estaria viva hoje, provavelmente." Svetlana mal confia até mesmo nos médicos pagos na Rússia. "Fui a Israel para receber tratamento. A medicina, lá, é cara, mas o espírito é completamente diferente: O câncer é considerado curável, em vez de ser visto, como ocorre aqui na Rússia, como um atestado de óbito. É simplesmente muito desagradável, psicologicamente, lidar com oncologistas na Rússia."
Svetlana is not alone in her distrust of domestic free healthcare. Many Russians seek to go abroad for treatment, as she did.
Svetlana não está só em sua desconfiança da assistência de saúde grátis no país. Muitos russos procuram sair do país para receber tratamento, do mesmo modo que ela.
Medicine in Russia, however, has made progress driven by reforms. According to Ministry of Public Health and Social Development estimates, Russians can obtain at home most of the same aid available on the global healthcare market.
A medicina na Rússia, porém, tem feito progresso impelido por reformas. De acordo com estimativas do Ministério de Saúde Pública e Desenvolvimento Social, os russos podem obter, dentro do país, a maior parte do tratamento disponível no mercado global de assistência de saúde.
Should healthcare providers in Russia still lack necessary treatment techniques that are already in use in foreign clinics, treatment abroad is possible even at the expense of the Russian healthcare budget, after the acquisition of appropriate certificates.
Se os provedores de serviços de saúde na Rússia ainda não dispuserem de técnicas necessárias de tratamento já em uso em clínicas no estrangeiro, o tratamento no exterior é possível mesmo a expensas do orçamento russo de serviços de saúde, após a aquisição dos certificados indispensáveis.
Furthermore, patients' rights are specified in Russia by law, thanks to reforms: in particular, the patient’s right to information on his/her health status; the right to an informed voluntary consent to or refusal from medical intervention; the right to medical information confidentiality; and the right to select a physician and a medical entity.
Ademais, os direitos dos pacientes estão especificados, na Rússia, por lei, graças a reformas: em particular, o direito do paciente a informação acerca de sua condição; o direito de, com base em informação fidedigna, concordar com ou recusar intervenção médica; o direito a confidencialidade da informação médica; e o direito de escolher médico e entidade médica.

Tuesday, October 29, 2013

C4SS - Cops Are Now Less Cautious Than Soldiers In Iraq



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Center for a Stateless Society
Centro por uma Sociedade sem Estado
A Left Market Anarchist Think Tank and Media Center
Centro de Políticas e de Mídia Esquerdista Anarquista de Mercado
Commentary
Comentário
Cops Are Now Less Cautious Than Soldiers In Iraq
Policiais Agora Menos Cuidadosos do que Soldados no Iraque
Jonathan Carp | October 9th, 2013
Jonathan Carp | 9 de outubro de 2013
The shooting on Capitol Hill of Miriam Carey, an unarmed woman who refused police commands to stop her car, was a familiar situation for any veteran of the Iraq War, with one significant difference — rather than moving through a progressive escalation of force while attempting to defuse the situation, Capitol Hill police officers went straight for their firearms and shot to kill. Since returning from my service as an Army combat medic in Baghdad six years ago, I have watched American police become more aggressively violent than my fellow soldiers and I were ever trained to be.
Os disparos, na Colina do Capitólio, contra Miriam Carey, mulher desarmada que desobedeceu a comando de policiais para que parasse o carro, foi situação bem conhecida para qualquer veterano da Guerra do Iraque, com importante diferença — em vez de moverem-se numa escalada progressiva de força para neutralizar a situação, os policiais da Colina do Capitólio recorreram imediatamente a suas armas de fogo e atiraram para matar. Desde meu retorno do serviço como atendente de primeiros socorros de combate do Exército em Bagdá há seis anos, tenho visto a polícia estadunidense tornar-se mais agressivamente violenta do que meus companheiros soldados e eu jamais fomos treinados para ser.
Much of the Iraq War was about securing neighborhoods, and much of that work was done by soldiers manning checkpoints, like the checkpoints Carey drove through during the incident that led to her death. Had this incident occurred in Baghdad and not Washington, D.C., the soldiers manning the checkpoint would have first drawn their weapons as the police officers did, but before firing at the driver would have fired into the ground in front of her and into her engine in an attempt to disable the car, as well as employing nonlethal munitions to smash through her windshield and lasers to temporarily blind her. Capitol Hill police did none of these things. After drawing their weapons, their first response to Carey’s refusal to cooperate was to open fire in a busy area of a major city. The video shows that they did not fire into the ground nor to disable her car, but clearly were aiming to kill Carey for disobeying their commands to exit her car. No nonlethal methods were attempted and nonlethal munitions, considered an essential piece of equipment for any checkpoint in Baghdad, may not have been available at these checkpoints in the US capital.
Grande parte da Guerra do Iraque girou em torno de proteger bairros, e muito desse trabalho foi feito por soldados operando barreiras, como as barreiras que Carey atravessou durante o incidente que levou à morte dela. Tivesse esse incidente ocorrido em Bagdá e não em Washington D.C., os soldados encarregados da barreira teriam primeiro sacado suas armas como o fizeram os policiais mas, antes de atirarem na motorista, teriam atirado no chão à frente dela e no motor, tentando parar o carro, e outrossim empregariam munição não letal para vazar o vidro dianteiro, e lasers para cegá-la temporariamente. Os policiais da Colina do Capitólio não fizeram nenhuma dessas coisas. Depois de sacar suas armas, a primeira reação deles à recusa de Carey em cooperar foi abrir fogo numa área movimentada de uma grande cidade. O vídeo mostra que eles não atiraram no chão nem para deterem o carro dela, e sim claramente miraram para matar Carey por ela ter desobedecido aos comandos deles para que saísse do carro. Nenhum método não letal foi tentado, e munição não letal, considerada equipamento essencial em qualquer barreira em Bagdá, poderá não ter estado disponível nessas barreiras da capital dos Estados Unidos.
In Iraq in 2007, the year I spent in Baghdad, nine hundred Americans were killed along with 23,000 Iraqis per IraqBodyCount.com. By comparison, in that same year 75 American policemen died violently, despite American cops outnumbering American soldiers in Iraq by a factor of four. While of course the American invasion of Iraq caused far more death and destruction than anything American police have yet done, an examination of the policies set in place by military and police leadership respectively leads to troubling conclusions. While horrendous abuses were of course perpetrated on the Iraqi people, including not least the invasion itself, police in the U.S. are regularly encouraged to behave far more aggressively toward American citizens than our officers directed us to behave toward Iraqis.
No Iraque, em 2007, o ano que passei em Bagdá, novecentos estadunidenses foram mortos, e 23.000 iraquianos, de acordo com o IraqBodyCount.com. Em comparação, naquele mesmo ano 75 policiais estadunidenses morreram violentamente, a despeito de os policiais estadunidenses superarem em número os soldados estadunidenses no Iraque por fator de quatro. Embora obviamente a invasão estadunidense do Iraque tenha causado muito mais morte e destruição do que qualquer polícia estadunidense jamais causou, exame das políticas adotadas pelas chefias da instituição militar e da polícia, respectivamente, leva a perturbadoras conclusões. Embora horrendos abusos tenham sido, obviamente, perpetrados contra o povo iraquiano, inclusive não em último lugar a invasão ela própria, a polícia, nos Estados Unidos, é sistematicamente estimulada a atuar muito mais agressivamente em relação aos cidadãos estadunidenses do que nossos oficiais nos direcionavam para atuarmos em relação aos iraquianos.
Stories of cops doing things soldiers are forbidden to do have become sadly common. In Iraq, we were instructed to spare animals as much as possible; police officers routinely gun down family pets. We were told to be as respectful as possible toward the occupants of the houses we searched and only employed “dynamic entry” when we were likely to face violent resistance; as Radley Balko has documented, dynamic entry and abuse of the inhabitants of searched homes have become routine for American police, even during investigations of nonviolent, victimless crimes. Soldiers manning our checkpoints were trained to use a range of nonlethal options before resorting to lethal force; as we saw on Capitol Hill yesterday, American police officers react first with deadly force.
Histórias de policiais fazendo coisas que soldados são proibidos de fazer tornaram-se infelizmente comuns. No Iraque, éramos instruídos a poupar animais tanto quanto possível; autoridades policiais não raro abatem animais domésticos de famílias. Era-nos dito para sermos tão respeitosos quanto possível para com os ocupantes das casas que vasculhávamos e apenas empregássemos “entrada dinâmica” quando houvesse probabilidade de enfrentarmos resistência violenta; como Radley Balko tem documentado, entrada dinâmica e abuso contra os habitantes de casas vasculhadas tornaram-se rotineiros para a polícia estadunidense, mesmo durante investigações de crimes não violentos e sem vítimas. Os soldados que operavam nossas barreiras eram treinados para usar um elenco de opções não letais antes de recorrerem a força letal; como vimos ontem na Colina do Capitólio, autoridades policiais estadunidenses reagem primeiro com força letal.
Police militarization is a hot topic lately, especially in libertarian circles, but American police are beyond anything contemplated by the American military. While abuses certainly occurred in Iraq and elsewhere, our procedures as soldiers in a war zone were designed to avoid violence and protect the lives of the Iraqis, and we understood that that meant accepting some risk ourselves as soldiers. American police today appear unwilling to accept any risk whatsoever and seem willing to kill anyone and anything that could possibly be seen as a threat; according to the chief of the D.C. police, Cathy Lanier, these police officers “did exactly what they were supposed to do.”
Militarização da polícia é tópico que vem, recentemente, sendo debatido, especialmente em círculos libertários, mas a polícia estadunidense está além de qualquer coisa cogitada pela instituição militar estadunidense. Embora abusos certamente tenham ocorrido no Iraque e em outros lugares, nossos procedimentos como soldados em zona de guerra eram planejados para evitar violência e proteger a vida dos iraquianos, e nós entendíamos que isso significava aceitar alguns riscos nós próprios enquanto soldados. A polícia estadunidense de hoje parece não estar disposta a aceitar qualquer risco que seja e parece disposta a matar qualquer pessoa e qualquer coisa que possa representar ameaça; de acordo com a chefe da polícia do D.C., Cathy Lanier, essas autoridades policiais “fizeram exatamente o que se supunha deveriam fazer.”
While Lanier’s statement may be true in terms of police policy, we cannot accept those policies. Deadly force cannot be the first and last choice for dealing with any potential threat, and police officers must be trained to strive always to protect the lives of citizens, especially of suspects. Policing is a dangerous job, but as someone who has held another dangerous job, I must say that our American police need to understand and accept the risks they take when they accept the badge and understand that they are there to protect others before themselves.
Embora a declaração de Lanier possa ser verdadeira em termos de política da polícia, não podemos aceitar essas políticas. Força letal não pode ser a primeira e a última opção para lidar com qualquer ameaça em potencial, e as autoridades policiais têm de ser treinadas para empenharem-se em proteger a vida dos cidadãos, especialmente dos cidadãos suspeitos. Policiar é trabalho perigoso mas, como alguém que tem desempenhado outro trabalho perigoso, tenho de dizer que nossa polícia estadunidense precisa entender e aceitar os riscos que assume quando aceita o distintivo e compreender que está lá para proteger os outros antes de proteger a si própria.
Citations to this article:
Citações deste artigo:
Jonathan Carp, Cops Are Now Less Cautious Than Soldiers In Iraq, Counterpunch, 10/10/13